sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Portugal Transversal V - IDA e VOLTA - (Tróia - Barrancos - Sines)



Algumas regiões, distritos, concelhos, localidades, Rios e pontos de interesse desta viagem: Para todos os efeitos, ou pelo menos para mim, pelo que aprendi - e ainda não desaprendi - Na escola, esta viagem desenrolou-se pelo Alentejo... Vá lá que tenha sido maioritariamente no "alto" Baixo Alentejo... Na realidade geográfica, que define o nosso país, esta travessia dupla, contemplou somente os distritos de Setúbal (concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, na ida, aos quais se juntaram os de Santiago do Cacém e Sines no regresso), e de Beja (Alvito, Cuba, Vidigueira, Moura e Barrancos para lá; Serpa, Beja e Ferreira do Alentejo, para cá) Os Rios Sado e Guadiana são várias vezes passados, assim como muitas estradas e terras, nestes concelhos, que acabo de enumerar. Assim: A caminho de Espanha, EN 253-1; Sol Tróia; Comporta; EN 253; Alcácer do Sal; EN 5; EN 5-2; EN 2 (muito pouco); Torrão; EN 383; Vila Nova da Baronia; EN 257; Alvito; EN 258; Vila Ruiva; Vila Alva; Vila de Frades; Vidigueira; Pedrogão; Moura; Safara; próx. a Sto Aleixo e Barrancos. A Caminho do Mar: Safara; próx Sobral da Adiça; Vila Verde de Ficalho; EN 260; Vila Nova de São Bento; A-Do-Pinto; Serpa; Baleizão; Beja; EN 121; Beringel; Ferreira do Alentejo (depois devia ter seguido pela EN 2 para continuar para a EN 121, até Ermidas do Sado, mas em vez disso tomei a EN 259); Figueira dos Cavaleiros; Sta Margarida do Sado; Canal Caveira; IC 1; Grândola; EN 261-1; IC 33; Cruz João Mendes; Roncão; Badoca Park; Sines.


















FOTOGRAFIAS:


Saída do ferry desde Setúbal até Tróia.




Estrada bem alentejana. Com Vidigueira ao fundo.




O entardecer, a caminho de Barrancos.



GR


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Volta à Serra da Estrela

Início e final na Covilhã (Estação dos Caminhos de Ferro) fazendo um contorno da Serra da Estrela, passando pelas seguintes localidades, estradas e pontos de interesse: EM 501; Canhoso; Teixoso; Verdelhos; EN 232; Vale da Amoreira; Sameiro; Manteigas; Penhas Douradas; Cabeça do Velho; Gouveia; EM 522; Santa Marinha; Seia; EN 231; São Romão; Valezim; Louriga; Alvoco da Serra; Vasco Esteves de Baixo; EN 230; Unhais da Serra; Tortosendo; EN 18-4; Covilhã.










 FOTOGRAFIAS:



Painel de azulejos representativo das estradas na Zona de Manteigas.





Estrada Nacional 232, na descida das Penhas Douradas para Gouveia. 
Aqui com a Cabeça do Velho.



GR

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Portugal Transversal em Estrada IV 'Transduriense' - Porto - S. J. Pesqueira - Freixo de Espada à Cinta - Figueira C.R.



Mais uma travessia transversal de Portugal, a Norte. Desta vez, e quase com carácter de obrigatoriedade, para este tipo de viagem em bicicleta de estrada, fiz uma "Transduriense", usando estradas nacionais, municipais e regionais (sempre asfaltadas), nas duas margens do rio. Com início na foz do Porto e subindo o rio até Espanha. Sempre com montante como azimute, usei primeiro a margem direita do rio - Até Entre-os-Rios, passando a "nova" Ponte Hintze Ribeiro (para quem quiser fazer este trajecto, use a ponte a jusante (mais pequena) para não ter que contornar a "Variante"), depois, até ao Pocinho, subi (...a bem dizer...) pela Margem esquerda, voltando à direita após Barca D'Alva (...e muitas mais subidas depois...), para terminar em Figueira de Castelo Rodrigo.





Para este trajecto foram usados dois dias de progressão, desde o Porto a São João da Pesqueira, e daí, até Figueira de Castelo Rodrigo. - Aqui se deixa menção às estradas, povoações, rios e outros pontos de interesse, transpostos nestes mais de 300 quilómetros. Dia 1 (Porto - S J Pesqueira) - EN 108; Marginal; Rio Sousa; Barragem de Crestuma; Rio Mau; Entre-os-Rios (Rio Tâmega); EN 224; São Martinho; prox. Castelo de Paiva; EN 222; Rio Paiva; Souselo; Espadanedo; Cinfães; Rio Bestança; Rio Cabrum; Caldas de Aregos; Resende; São Gião; Margem Sul de Peso da Régua; Rio Varosa; Barragem da Régua; Folgosa; Rio Tedo; Rio Távora; Após o Rio Torto, subida para Ervedosa do Douro e São João da Pesqueira. Dia 2 (S J Pesqueira - Figueira de Castelo Rodrigo) - EN 222; Vilarouco; Horta do Douro; Touça; Cruz IP2; EN 102; Vila Nova de Foz Côa; Pocinho; EM para Peredo e Urros; EM 325; Ligares (aqui já há ligação a Barca de A'Alva se se quiser encurtar a viagem); Quinta da Ribeira; Prox Freixo de Espada a Cinta; EN 221; Prox a Barragem de Salto de Saucelle (Espanha); Barca de A'Alva; Escalhão e Figueira de Castelo Rodrigo.




Algumas fotografias da volta:


Sempre "belo" o Douro. Aqui pela raia com Espanha, a caminho de Darca D'Alva



- Pocinho.
Na Margem Direita, o Distrito de Bragança (Torre de Moncorvo), na Esquerda, o da Guarda (Vila Nova de Foz Côa)



A caminho do Vale do Côa, entre São João da Pesqueira e Foz Côa


GR


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Portugal Transversal - Estrada III (ida e volta - Nazaré - Portalegre - Montijo - Lisboa)


Mais uma Travessia Transversal de Portugal
- PT (Portugal Transversal) efectuada em bicicleta de estrada.

Depois Desta, entre a Praia de Mira e Espanha, e Desta outra, entre Lisboa e Badajoz, com regresso a Lisboa, surgem-nos mais algumas hipóteses, que por aqui enceto.
- Neste post deixarei o Capítulo III, e seguidamente o IV e V.

Depois da minha primeira experiência deste género, realizada pela zona centro, entre Mira (Praia de Mira) e Alfaiates (com visita à fronteira, em Espanha), numa tentativa que contemplou dois dias de progressão, em que o primeiro me levou até Tábua, e no segundo, via Serra da Estrela (passando também pelo ponto mais alto de Portugal continental) até Espanha. Acabei por completar tal périplo em Alfaiates, onde pernoitei,  e de onde saí na manhã seguinte, de regresso a casa.

Numa Segunda "tranche" deste projecto de hipóteses múltiplas, fiz a ligação desde casa até à fronteira com o país vizinho, na região de Badajoz. Dessa vez a ligação foi em "modo One-Shot" - Isto é - Cruzei portugal Transversalmente numa só etapa, desde o mar até à fronteira lateral. Tinha como ideia inicial, depois de regressar de Espanha, ficar em Elvas. Mas por causa da capacidade de alojamento estar esgotada nesta cidade raiana, acabei por ter que me deslocar até à vila do Alandroal, proporcionando uns longos 270 km de viagem.
No dia seguinte regressei de bicicleta desde essa localidade, passando por Évora, Arraiolos (fazendo a prospecção da Ecopista local), Coruche e Vila Franca de Xira.


"PT III - Portugal Transversal em estrada 3 (Nazaré - Portalegre)






Mais uma travessia de Portugal feita de forma transversal. Desde a estação de comboios de Valado dos Frades, até Nazaré e depois seguindo via EN 8-5, até Alcobaça, EN 8 até Aljubarrota, EN 243, passando por Porto de Mós, Alvados, Mira de Aire, Minde, Moitas Venda e Zibreira, EN 3, por Torres Novas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha e Tancos, EN 118, por Tramagal, Rossio ao Sul do Tejo, Pego, Alvega, Gavião e cruz. com a IP 2, antes de Arez, EN 364 até Arez, EM 1176, até Alpanhão, EN 18 - IP 2, Até Portalegre, passando por Fortios.


Trajecto Desde Portalegre, até aos barcos do Montijo (seixalinho), primeiro, e até Lisboa (Benfica/Damaia), depois da travessia fluvial. Passagem por Crato (Estrada de Portalegre); Aldeia da Mata (EN 363); Chancelaria (Chança) (EN 369); Vale de Açôr, Ponte de Sôr (EN 119); Barragem de Montargil (EN 2) - Tudo no distrito de Portalegre; Couço e todo a leito do Rio Sorraia, até ao Cruzamento para Coruche, (EN 251); Herdade de Almada, Infantado e Campo de Tiro de Alcochete (EN 119) - Tudo no distrito de Santarém; Montijo e Seixalinho (EN 118, EM 1004) - No distrito de Setúbal; Travessia fluvial entre Montijo e o Terreiro do Paço (Soflusa); Rua da Prata, Rossio, Avenida da Liberdade, Av. António A. Aguiar, Praça de Espanha, Sete Rios, Estrada de Benfica e Damaia.



Aqui deixo estas fotografias de alguns dos locais passados. 
Estas, foram tiradas noutras ocasiões (Houve alguma preguiça e falta de equipamento para fazer melhor):




Porto de Mós.
- Vista da Vila desde o castelo. 
Ao fundo, a Serra de Aire, PNSAC (Parque Natural de Serra de Aire e Candeeiros)






- Minde.
Situada num Vale, entre as Serra de Aire e de Candeeiros, em pleno PNSAC.





- Portalegre.
Final deste travessia de Portugal em transversal.



GR


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

VVP - Verdadeira Volta a Portugal em Estrada - 2200 km - 12 dias - 28000 a. a.





Esta verdadeira Volta a Portugal começou como se fosse um habitual treino pela marginal e acabou por ser uma volta fechada pelas proximidades das linhas limítrofes de Portugal continental. Foi sem saber quantos dias tinha nem até onde podia evoluir que fui avançando etapa a etapa, terra a terra até perfazer estes quase 2200 km de muita dificuldade e recompensa. foram cerca de 190 km diários de média, onde - salvo erro - só não ficaram contemplados os distritos de Santarém e Viseu. Para este projecto foram usadas 10 pousadas da juventude para pernoitar, só não aconteceu em Alandroal, por não haver nenhuma num raio muito grande. De resto foi assim em Areia Branca (Lourinhã), Aveiro, Vila Nova de Cerveira, Vilarinho das Furnas (Gerês), Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Castelo Branco, Alcoutim, Portimão e Almograve. Por etapas e terras mais importantes ficou assim ordenado neste périplo: 1ª Etapa - Lisboa, Damaia - Praia da Areia Branca, com passagem em:Estoril Sintra, Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã. 2ª Etapa - Praia da Areia Branca - Aveiro, com passagem em: Serra D'el Rei Óbidos , Caldas da Rainha, Alfeizerão, Nazaré, São Pedro de Moel, Praia de Vieira, Monte Redondo, Carriço, Lavos, Figueira da Foz, Serra da Boa Viagem, Quiaios, Bom Sucesso, Mira, Vagos, Ílhavo e Aveiro. 3ª Etapa - Aveiro - Vila Nova de Cerveira, com passagem em: Esgueira, Estarreja, Ovar, Esmoriz, Espinho, Gaia, Porto, Matosinhos, Leça, Vila do conde, Póvoa de Varzim, Fão, Esposende, Neiva, Viana do castelo, Vila Praia de Âncora, Moledo, Caminha e vila Nova de Cerveira. 4ª Etapa - Cerveira - Campo do Gerês, com passagem em: Valença, Melgaço, Castro Laboreiro, Entrada em Espanha, Entrimo, Lobios, Portugal por Portela do Homem, Gerês e Vilarinho das furnas. 5ª Etapa - Campo do Gerês - Bragança, com passagem em: São Bento da Porta Aberta, Caniçada, Salamonde, Ruivães, Pisões, Sapiões, Chaves, Lebução, Rebordelo, vinhais e Bragança. 6ª Etapa - Bragança - Vila Nova de foz Côa, com passagem em: Gimonde, Milhão, Argozelo, Vimioso, Genísio, Malhadas, Miranda do Douro, Duas Igrejas, Fonte de Aldeia, Sendim, Brunhosinho, Santiago, Mogadouro, Castelo Branco, Lagoaça, Carviçais, Torre de Moncorvo, Poçinho e Vila Nova de Foz Côa. 7ª Etapa - Vila Nova de Foz Côa - Castelo Branco, com passagem em: Almendra, Vilar de Amargo, Figueira de Castelo Rodrigo, Vilar Torpim, Almeida, Cerdeira, Rapoula do Côa, Sabugal, Santo Estevão, Terreiro das Bruxas, Penamacor, Pedrogão, São Miguel da Achada, Escálos de Cima e Castelo Branco. 8ª Etapa - Castelo Branco Alandroal, com passagem em: Sernadas do Rodão, Vila Velha de Rodão, Nisa, Alpalhão, Fortios, Portalegre, Arronches, Santa Eulália, Barbacena, Vila Fernando, Terrugem, Borba e Alandroal. 9ª Etapa - Alandroal - Alcoutim, com passagem em: Terena, Reguengos, Mourão, Póvoa de São Miguel, Moura, pias, Serpa, Santa Iria, Mina de São Domingos, Moreanes, Mértola, Cortes Pereira e Alcoutim. 10ª Etapa - Alcoutim - Portimão, com passagem em: Guerreiros do Rio, Foz de Odeleite, Castro Marim, Vila real de santo António, Monte Gordo, Vila nova de Cacela, Conceição, Tavira, Luz de Tavira, Olhão, Faro, Boliqueime, Alcantarilha, Porches, Lagoa e Portimão. 11ª Etapa - Portimão - Almograve, com passagem em: Odiaxere, Lagos, Vila do Bispo, Sagres, Carrapateira, Aljezur, Rogil, Maria Vinagre, Odeceixe, São Teotónio, Cabo Sardão e Almograve. 12ª Etapa - Almograve - Troia - Setúbal - Cacilhas - Lisboa, com passagem em: Longueira, Cruzamento de Almograve, Vila Nova de Mil Fontes, Brunheiras, Sines, Santo André, Melides, Carvalhal, Comporta, Ferry de Tróia, Setúbal, Palmela, Azeitão, Quinta do Conde, Coina, Almada, Cacilhas, Cais do Sodré (Lisboa) e Benfica (Damaia).






Aqui, só duas panorâmicas:  a cidade do Porto vista de Gaia o PNPG.






GR

sábado, 2 de agosto de 2014

ESTRELA ROAD EPIC - 5 Subidas na serra da Estrela (Covilhã/Manteigas/Seia/Vide/São Romão)



Resumo da Volta: Volta iniciada pelas 6,30h da madrugada, num total com cerca de 190 km de extensão, 6750 de a.a. relativo (valores parecidos para a descida, mas longe dos quase 10 mil que o Wikiloc apresenta neste track. Se quiserem o link do Strava, já são mais aproximados), a uma média de andamento de 18 km/h, durante mais de 11 horas a pedalar. Frequência cardíaca máxima de 178 ppm, e média de 133 ppm. Quase 7 mil Kcal gastas. Altitude máxima 1993 mt e mínima 285 mt. Vários números inerentes a esta VOLTA ÉPICA ficarão para sempre associados como records à minha tabela de valores, que retenho com o Relógio/cardio-frequêncimetro Polar. Assim é com os metros acumulados subidos e descidos, bem como as velocidades médias de descida e de subida.
Esta volta inicia-se na Covilhã (estação de camionagem) e faz a EN 339, primeiro até às Penhas da Saúde, e depois até ao cruzamento da EN 338 em direcção a Manteigas. Segue-se a descida até esta localidade banhada pelo Zêzere, e nova subida pelo vale glaciar, e em seguida, até à Torre, pela EN 339. Nova descida para Seia, via Sabugueiro, e respectiva subida até ao cruzamento para Vide/ Loriga, após a Lagoa Comprida. A subida após o Alvôco dá-se pela EM 518 via Casal de Rei e Cabeça, novamente até à rotunda de Loriga e daí pela EN 231, por Valezim, para São Romão. A última ascensão em direcção ao alto da Serra é feita pela EM 513, pela Nossa Sra do Desterro e central eléctrica. Depois de atingida a Torre, a descida faz-se pela EN 339, de novo até à Covilhã. Suplementos e alimentação: Levei comigo nos bolsos da camisola; 2 Barras energéticas de longa duração e um gel rápido da Decathlon, 3 cubos de marmelada embalados em casa, uma barrita de chocolate, alguns rebuçados “tipo Bola de neve”. Levei também dois bidons preparados com o pó hidratante da Sport Zone, e mais dois pequenos sacos, com mais duas recargas. Durante a volta, além desta bebida, consumi alguns litros de água engarrafada e da que ia bebendo das boas bicas que brotam um pouco por toda a serra. Uma lata de bebida energética e uma de Coca-cola. Além de outras bebidas que consumi nas 3 ou 4 paragens que fiz para alimentação sólida. Parei uma primeira vez no Sabugueiro, ainda quando descia para Seia, para beber o meu café da manhã, que pela hora madrugadora a que tinha saído para a estrada, ainda não me tinha sido possível fazer. Nessa paragem também comi um pêssego. Quando regressei a esta aldeia; - “A mais alta de Portugal”, e depois de ter ido a Seia a voltar, fiz uma nova paragem, agora com mais tempo, já que pedalava há bem mais de duas horas. Fui ao minimercado da localidade e comprei duas bananas. Uma comi no momento dentro de uma carcaça e a outra levei comigo nos bolsos. Depois de subir, e voltar a descer, desta vez para Vide, fiz nova paragem nesta localidade do Rio Alvôco, para comer a outra banana com pão e beber a referida cola. Voltei a subir, e descer, agora em direcção a São Romão. Aí parei no “snack Gato preto” e fiz uma refeição frugal, à mesa, composta por uma sopa e uma sandes de carne assada (que só comi metade, levando a outra parte). Ainda antes de atingir a Torre pela última vez, fez-se nova paragem na Lagoa Comprida, onde para além do resto da Sandes de carne assada ainda bebi uma mini. Chegado à torre e antes de iniciar a descida final, bebi uma radler e comi um folhado misto. – E pronto, já está! – É só fazer as contas às calorias ingeridas…lol…e subtrair as mais de 6500 que gastei…lol. Algumas Notas: Para fazer esta volta fui recolhendo alguma informação acerca das condições do trajecto, assim como alguns relatos de anteriores subidas, para tentar perceber se eu estaria preparado para fazer tal "empreitada". Posso dizê-lo (agora é fácil) que me custou bastante terminar esta volta, principalmente a penúltima subida desde Vide, pela estrada da Cabeça, e a última subida por São Romão até à Torre, onde acabei por parar mais de cinco vezes para baixar a ppm, que entretanto já iam saindo dos parâmetros. Posso no entanto garantir, que, apesar de tudo me custou muito menos do que eu estava á espera. - Isto é,; - Tinha algumas dúvidas se conseguiria fazer todo este projecto. Devo agora deixar aqui um agradecimento em forma de link, ao ciclista Jordão Alves, por ter sido através do seu vídeo no you tube que tomei conhecimento deste trajecto - Embora o meu seja ligeiramente diferente - e onde arranjei "coragem" PARA SEGUIR COM "ISTO" PARA FRENTE!
Fiz este trajecto com a minha Bicla de estrada; - Uma Trek 5200, com cerca de 8 kg. A transmissão tem à frente 53/39 e atrás 11/25. Se quiserem sofrer menos, levem uma k7 11/26. Acabei por ter que fazer uma colagem de tracks e construir alguns à mão, colando depois tudo, por ter ficado sem carga no telemóvel onde gravava o track. Daí os valores de altimetria estarem algo incorrectos. de qualquer forma estarei inteiramente disponível para ajudar quem queira fazer este trajecto, inteiro ou por partes. Boas pedaladas! Mais voltas de estrada no Blog nezclinas




TRAJECTO TAMBÉM NO STRAVA (...mais tarde ou mais cedo, tinha que ser...)










...Depois do centro de limpeza de neve, e ao pé do túnel, já perto da Torre. 
- Quase a terminar a segunda escalada do dia...





...No mesmo local, virado para as encostas da Covilhã e de Manteigas, pelas quais já tinha passado...
- Pela fresca é que se começa o dia. Estava quase a conseguir (com muita calma e tranquilidade) terminar esta primeira fase.





...Mais uma subida, antes de ter ficado sem bateria no telemóvel. 
- Uma das mais difíceis e compridas.
- Agora sou levado a pensar; - Mas elas são todas difíceis e compridas. Vá lá, se quisermos excluir a de Manteigas, que aliada à grande espectacularidade do vale glaciar, por onde corre o Zêzere acabado de nascer, nos alivia a alma das "maleitas" das pernas, criadas pelo desnível.


Resumo e digo:

Para ciclista de estrada que se preze, é um trajecto obrigatório. Seja por etapas ou nesta "empreitada", das mais conhecidas e prémios especiais da Volta a Portugal (Covilhã e Seia), às mais abandonadas e rudes (ai o piso não ajuda muito) nas estradas regionais 513 e 518, de Vale de Rei e Cabeça e da Sra do Desterro, ou até já referida EN 338 no vale do Zêzere, que ao pé das outras parece que vamos em plano...
- É um achado, este autêntico tratado!



BOAS VOLTAS... deseja o GR...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ESTRADA - 3 DC com 4 subidas épicas na Serra de Sintra



"3 Denominadores Comuns" com 4 subidas épicas na Serra de Sintra 
Volta de Estrada com cerca de 112 km de extensão, com um acumulado ascensional relativo de 1900 mt, a uma velocidade média de 24,5 km/h. A habitual progressão até Sintra pela "vertente Norte"; passando por Queluz, Massamá, Cacém, Mercês, e portela de Sintra, depois, desce até Galamares e Colares. A primeira subida dá-se por Almoçageme e Pé da Serra, depois volta a descer por Penedo, até iniciar nova subida via Eugaria, Monserrate, Seteais e Regaleira. Depois da Vila de Sintra, nova subida até Castelo dos Mouros e Pálacio da Pena, para descer novamente até São Pedro de Sintra e depois para o Linhó. A última subida inicia-se na estrada da Penha Longa, via Pedra Amarela e Malveira da Serra, até à Peninha. Daí volta-se a descer até ao cruzamento da Azóia, pela EN 247, até ao Guincho e a Cascais. O regresso a casa é pela Marginal e por Monsanto.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS:



Belas Vistas e Bela estrada, que por mim nunca tinha sido percorrida... Desde o Pé da Serra até ao Penedo, e depois, até lá a baixo a Colares.





...Devido às grandes restrições de horário - Acho mesmo que já só se efectua aos fins de semana de verão (mesmo assim com excepções) - É raro conseguir ver este eléctrico que faz o transporte desde Sintra até à praia das Maçãs. Quando se deixa ver.... É um sucesso.






...Mais um belo pormenor das estradas da Serra de Sintra.




GR